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Eu me comunico, mas o outro NUNCA me entende!

  • Foto do escritor: Admin
    Admin
  • 21 de mar. de 2017
  • 3 min de leitura

Eu me comunico, mas o outro NUNCA me entende! Hashtag #CHATEADA

Quem nunca? rsrs

Essa é uma frase MUITO frequente dos meus clientes, posso dizer, tranquilamente, que esta é uma das demandas que mais "bombam" nos pedidos de ajuda. Ou ainda, situações em que qualquer coisa que você fale pode ser interpretada de uma forma totalmente diferente da sua intenção, que acaba te fazendo pisar em ovos na relação.

Você também passa por isso?

Existe uma frase, que corre as redes sociais, que diz: Eu sou responsável pelo que digo e não pelo que você entende!

Bemmmm… Alerta!! Essa frase, na prática não é tão verdadeira, e normalmente gera muitos desentendimentos.

Ah, Carol, mas como eu vou ter responsabilidade pelo o que o outro entende?

Bom, do outro realmente você não pode saber, mas, você pode ficar atento para as mensagens que VOCÊ emite.

Como assim?

Muitas vezes não somos claros na forma como nos comunicamos. Falamos de sentimentos para traduzir coisas que não são sentimentos. E usamos palavras que não são sentimentos para comunicar como nos sentimos. E isso, gera uma confusão imensa no receptor da mensagem (e eu arrisco dizer que gera confusão na sua cabeça também).

Te desafio a imaginar alguma cena em que você foi mal interpretado, verifique a forma como você comunicou o que precisava. Qual foram as palavras que você usou? Qual tom de voz você usou? E principalmente, você usou frases que transmitem juízo de valor, ou avaliação?

Quando utilizamos frases que contêm avaliação moral (certo, errado, bom ou ruim, ou ainda generalizações, por exemplo), a janela da comunicação se fecha quase que automaticamente.

Então, o que eu posso fazer, você pode estar se perguntando. Eu quero te dar hoje, quatro dicas valiosíssimas sobre comunicação, que se você se comprometer em utilizar, tenho certeza que a forma como você se comunica e principalmente a forma como as pessoas recebem o que você comunica vai mudar.

Observe sempre quatro aspectos práticos sobre esse processo, com base na Comunicação Não Violenta.

  1. Observar sem avaliar,

  2. Comunicar seu sentimento real

  3. Comunicar sua necessidade real

  4. Fazer um pedido claro

Por exemplo, seu marido deixou a toalha molhada em cima da cama pela milésima vez, e você realmente já está aborrecida de mais com a situação. Sua primeira reação é falar:

  • É a milésima vez que você deixa a toalha molhada em cima da cama, você é surdo por acaso? Eu falo falo falo e você NUNCA faz o que eu peço, eu não sou sua empregada… (e por aí vai).

Utilizando as dicas que dei acima, podemos ressignificar a forma como você comunica, para gerar empatia na pessoa que está te ouvindo.

Por exemplo:

  1. Percebi que você deixou a toalha molhada em cima da cama novamente

  2. Quando isto acontece me sinto triste

  3. Pois tenho a necessidade de manter a casa arrumada

  4. Você poderia colocar a toalha no cesto?

Percebe a diferença?

Você não utilizou uma linguagem avaliativa, logo, deixou o canal de comunicação aberto com o outro, para que ele responda ao seu pedido.

Essa técnica pode ajudar você, a entrar em contato com o que você realmente sente, e também expressar estes sentimentos de maneira clara e objetiva.

Vale muito a pena tentar!

Talvez seja este o passo que você precisa dar, para manter relações mais saudáveis!

Um grande abraço!

E até a próxima.

Caroline Penteado

 
 
 

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Caroline Penteado - Psicóloga, apaixonada pelo desenvolvimento humano e por contribuir com a transformação pessoal das pessoas com quem se relaciona. ​É especialista em dinâmica dos grupos pela SBDG. Possui formação em análise Transacional, Coaching e cursos de aprofundamento na Abordagem Sistêmica segundo Bert Hellinger. 

Atua há mais de 10 anos com desenvolvimento de pessoas, no âmbito pessoal e organizacional passando por empresas de grande porte no RS. Teve sua atuação focada principalmente em desenvolvimento de Lideranças. Atualmente com foco em Terapia, Coaching e Trabalho com grupos. É apaixonada por seu propósito, que é em ajudar as pessoas a viver uma vida plena, consciente e INTEIRA.

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